Aidil Araújo Lima

Aidil Araújo Lima escreve contos e crônicas. Cresceu na cidade de Cachoeira (BA). Após andanças pela vida retorna a terra da infância, dedicando-se a escrever, alinhavando o tempo, costurando palavras. Cursou Filosofia e Jornalismo na Universidade Católica de Salvador. Com contos e poesias premiados: Menção Honrosa, conto Resistência, Cleber Onias Guimarães, Tatuapé SP em novembro 2007; Destaque prova/verso, Poetas Del Mundo, outubro 2009. Prêmio Passarinho de Literatura – Editora Kazuá, maio 2016.

Mini Biografia

Minha mãe foi professora de Língua Portuguesa e Literatura. Cresci rodeada de livros. Daí minha paixão pela leitura. Escrevia crônicas, poesias, contos. Fui professora, bancária e aposentada e hoje me dedico exclusivamente a leitura e escrita. Tive uma coluna literária no “Cachoeira Online” por uns anos. Comecei a participar de concursos literários, com várias colocações, participando de antologias. Os meus contos “Letras Bordadas”, “Ponto de Cruz”, “Fio de Silêncio” foram selecionados no Mapa da Palavra da Funceb, sendo “Letras bordadas” publicado em “Cartografia”. Participei da Flica 2016 e do Profundanças II.
Tenho livros engavetados. O livro “Mulheres Sagradas” ganhou primeiro lugar num concurso da Editora Kazuá, mas não foi publicado.

Obras

Mulheres Sagradas

2017, Portuário Atelier Editorial. 124 p.

o livro além da narrativa poética, possui uma linguagem que canta, fiel a expressão das mulheres que se reinventam a todo instante. Escapulindo do lamento-destino tão certo, essas mulheres se conectam a natureza através do canto bordado, da fé. Passeiam por lugares não percorridos, revelando sentimentos escondidos, guardados, silenciados. Como no conto Quando a lua fecha os olhos – “ Respiração assustada. Lágrimas estancadas – tentando distrair a tristeza, ela leu o nome do já ido a frente, era de Mariana. Sim. Mariana. Mulher guerreira. Tinha uma quitanda de doces, coitada, aceitou os restos de carinho nos escuros da vida, até depois da vida na sua lápide, nenhum poesia. Pensou em quantas mulheres viviam amores invisíveis. (...)”.

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