Fátima Trinchão

Fátima Trinchão é poeta e escritora de contos, crônicas, cordeis e dramaturgia. Seu primeiro texto, um poema trazido a público, no dia 02/12/1978, tem como título Contemplação de Uma Vida, publicado no caderno literário do jornal A Tarde, de ampla circulação local e nacional, após, publicação do conto Roda Viva, no mesmo jornal, no dia 20/05/1979, “Deus”, poema publicado em 1985.

Outras publicações se seguiram em jornais de igual evidência ao mesmo tempo em que, a autora estreava em antologias através da editora Contemp, no livro Hagorah, com os poemas Palhaço e Bailarina ,no ano de 1986, esteve durante algum tempo afastada do …. só retornando no ano de 2005, com a publicação da antologia www.versoscontos.com.br, através das Editoras Òmnira e CEPA através dos poemas Maria, Corredores, Caminhada, Tradições, Cadeira de Balanço, A Deusa, Andorinhas, Brisa.

Seguindo seu objetivo de publicar anualmente, em 2006, participa mais uma vez da antologia poética, intitulada Versos e Rimas, lançada pela editora Omnira; no mesmo ano a Revista CEPA – Círculo de Estudo, Pensamento e Ação da Editora CEPA, publicou poema intitulado Ecos do Passado. No ano de 2008 estreia na vertente literária de contos, publicando na Antologia Bahia de Todos em Contos, com o título O Mestre, Editora Omnira, Volume III; ainda em 2008, em comemoração ao quadricentenário de fundação da Cidade de Salvador, publica alguns poemas na antologia, Salvador,460 Anos de Poesia.

Em dezembro de 2009, é lançado na capital paulista, em âmbito nacional e internacional o volume 32, dos Cadernos Negros, Contos, da Editora Quilombhoje, com o conto Salve as Folhas.

Em 2010, a convite do escritor e editor Roberto Leal, escreve a apresentação do Livro Versatilavra, onde escreve e descreve o fazer poético quando diz que “não há momento derradeiro na poesia, esta não acaba ao acabarmos de ler o último poema, ao contrário, ele permanece e vive no nosso cotidiano, recomeça com o dia. No ano seguinte no dia 11 de agosto de 2010, lançou o livro Ecos do Passado, com quarenta e quatro poemas, durante a Bienal de São Paulo, através da Editora Casa do Novo Autor.

Em 2011, dezembro, publicou no Cadernos Negros 34, conto intitulado A bênção meu Pai. Em 2014, foi lançado os Cadernos Negros, volume 35, quando veio a lume os poemas Tumbeiro e Salve os Pretos Velhos; 2015, publicação desses mesmos poemas em Revista Literária de nacionalidade espanhola e participação em Antologia editada pela REBRA, Rede Brasileira de Escritoras, denominada Então é Natal, com o poema.

No mesmo ano de 2015, publica o Poema Parecendo Até Domingo, na Revista Ominira de edição internacional, lançada em Angola.

Em dezembro de 2015, lançamento da edição anual da Antologia Cadernos Negros 38, da qual participa com o conto intitulado “A Santa”. E em 14 de março de 2017, é lançado em Salvador a Antologia Olhos de Azeviche, pela editora Malê.

Mini Biografia

Nasci em uma família que amava a poesia, a literatura, o conhecimento. Através do incentivo deles, encontrei na poesia e na literatura o campo propício para desabrochar. Sou mãe de três filhos, sou profissional, hoje aposentada. Participei de algumas antologias, sendo a primeira delas através da Editora Contemp, Hagorah, e a última Olhos de Azeviche, pela Editora Malê, editora essa que pretendemos que seja a responsável pelas nossas publicações.